A violência patrimonial contra a mulher tem raízes históricas, pois antigamente para uma mulher ascender socialmente em uma sociedade que ela não podia estudar e trabalhar, ela precisava casar com um marido rico para ocupar um lugar de prestígio e poder dentro da sociedade.
O que estimulou a competição feminina pois as mulheres viam umas as outras como inimigas e rivais pois todas queriam o "troféu" que era um homem bem sucedido para casar, surgindo a ideologia de que uma mulher só tem valor se tiver um homem ao seu lado e a ideologia de competição e rivalidade feminina.
Por outro lado um homem pobre poderia ascender socialmente facilmente casando com uma mulher de uma família rica, pois ele iria receber o dote que era uma parte da herança da futura esposa e quando o pai dela viesse a falecer a herança dela iria ser administrada por ele.
Com o passar dos anos, a mulher foi autorizada a trabalhar se houvesse o consentimento do marido, mas o salário dela era administrado pelo esposo que poderia usá-lo como bem entendesse.
E assim a violência patrimonial foi institucionalizada e normalizada socialmente

