Depois de viver séculos de opressão e violência onde a decisão de um homem era o limite entre a vida e a morte de uma mulher, onde o homem tinha o direito de agredir uma mulher verbalmente e fisicamente caso ela não se comportasse de acordo com as normas sociais impostas pelo patriarcado na qual a mulher bela, recatada e do lar era exigida a qualquer custo, onde o corpo da mulher era objeto de uso dos homens, onde a mulher não tinha direito de estudar, trabalhar e votar, onde a mulher não tinha liberdade para escolher, onde a mulher foi estabelecida como uma propriedade dos homens chegamos até aqui reflexo de um espelho de construção social de famílias machistas que oprimem, condenam, agridem e matam as mulheres.
As mulheres entram no mundo dos relacionamentos sem saber a verdade e com venda nos olhos sem perceber que vivem no mundo de ilusões, pois foram obrigadas a se submeter aos diversos tipos de violência que muitas vezes termina com a morte dessa mulher. Cada mulher que morre nós mulheres morremos aos poucos também.

