O turismo pode ser visto como supérfluo por quem mede a vida apenas em números e contas fechadas. Mas reduzimos a existência a sobrevivência quando deixamos de investir em nós mesmo, pois assim alimentamos a alma o que nos torna mais humano. Viajar sozinho ou em grupo não muda a essência. Sozinho, você encontra a si mesmo no silêncio de uma paisagem. Em grupo, você se reencontra no prazer compartilhado, na memória coletiva que nasce entre vivências e experiências de uma viagem.
A segmentação do turismo apenas revela o que sempre existiu: cada pessoa busca na viagem algo diferente. Uns buscam paz na natureza, outros fé em um caminho religioso, outros conhecimentos em vários seguimentos que o turismo oferece unido todos em o mesmo fio: o desejo sair e voltar melhor.
Então não, o turismo não é supérfluo. É investimento. Investimento em saúde mental, em cultura, em vínculos. É a terapia que não cabe em quatro paredes e o aprendizado que não está em livro. Quem viaja não gasta tempo. Quem viaja amplia tempo, porque cada experiência vivida se transforma em história que a rotina não consegue apagar.
No fim, viajar é lembrar que o mundo é maior que a nossa janela, e que nós fizemos parte desse mundo. E nessa amplidão, reencontramos amigos, fazemos novas amizades, e principalmente, reencontramos a nós mesmos.
--
Luiz Augusto Leão Costa - Dir. Comercial - Shalom Operadora

