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Empresários unidos podem transformar a Bahia

Empresários unidos podem transformar o Brasil. A eleição de Paulo Cavalcanti na FACEB reacende o debate sobre protagonismo empresarial e participação nas decisões do país.
Kleison Melo
Kleison Melo20 de abril de 2026
Empresários unidos podem transformar a Bahia
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Em um país onde muitos empresários ainda acreditam que política, desenvolvimento e decisões públicas são assuntos distantes do seu negócio, um fato recente nos convida a refletir: a eleição de Paulo Cavalcanti como presidente da FACEB – Federação das Associações Comerciais do Estado da Bahia.


Mais do que uma eleição institucional, esse momento simboliza algo muito maior: a força do associativismo empresarial.


A FACEB representa dezenas de associações comerciais espalhadas por todo o estado e reúne empresários que entenderam uma verdade simples, mas poderosa:


sozinho, o empresário sobrevive; unido, ele transforma realidades.


O poder do associativismo


Paulo Cavalcanti tem defendido, ao longo da sua trajetória, uma bandeira que considero fundamental para o Brasil: o protagonismo empresarial.


Durante muito tempo, parte da classe empresarial brasileira adotou uma postura mais reativa do que propositiva.


Reclamamos de impostos.

Reclamamos da burocracia.

Reclamamos da falta de segurança jurídica.


Mas muitas vezes esquecemos de algo essencial: participar ativamente das entidades que representam nossos interesses.


As associações comerciais, federações e entidades de classe existem exatamente para isso: organizar a voz de quem empreende.


Quando o empresário participa, propõe, debate e se posiciona, ele deixa de ser apenas um pagador de impostos e passa a ser um agente de transformação social e econômica.


“E daí? É da nossa conta?”


Essa pergunta, que também dá título ao livro de Paulo Cavalcanti  “E daí? É da nossa conta?”  provoca uma reflexão importante.


Durante muito tempo ouvimos que empresário deve apenas trabalhar, pagar impostos e deixar as decisões públicas nas mãos de outros.


Mas a verdade é outra.


É da nossa conta, sim.


É da nossa conta quando leis são criadas que impactam diretamente quem produz.


É da nossa conta quando políticas públicas afetam o ambiente de negócios.


É da nossa conta quando decisões econômicas determinam o futuro das empresas, dos empregos e do desenvolvimento das cidades.


O empresário não pode ser apenas espectador.


Ele precisa ser protagonista.





Empresários não são vilões



Infelizmente, ao longo dos anos, criou-se em parte da sociedade uma narrativa equivocada onde o empresário aparece muitas vezes como vilão.


Mas a realidade é outra.


São os empresários que:


  • geram empregos
  • investem em inovação
  • movimentam a economia
  • arrecadam impostos
  • sustentam grande parte da máquina pública



Sem empresa forte, não existe país forte.


E reconhecer isso não é defender privilégios.


É reconhecer quem constrói desenvolvimento na prática.





Um Brasil mais profissional e menos político



Quando defendemos maior participação empresarial nas entidades e nos debates públicos, não estamos falando de política partidária.


Estamos falando de algo muito maior:


gestão profissional.


O Brasil precisa cada vez mais de decisões baseadas em competência, responsabilidade e visão de longo prazo.


Menos conchavos.


Mais eficiência.


Menos polarização.


Mais desenvolvimento.


A mudança começa dentro da classe empresarial

A eleição de Paulo Cavalcanti para a presidência da FACEB representa uma oportunidade importante de fortalecer esse movimento de união.

Mas a verdadeira mudança não depende apenas de lideranças.

Ela depende de cada empresário.

Cada empresário que decide:

se associar

participar

contribuir

  • debater
  • construir soluções coletivas

Porque reclamar sozinho é fácil.

Construir juntos exige coragem.


O futuro que queremos construir


Se quisermos um Brasil mais justo, mais desenvolvido e com mais oportunidades, precisamos de uma classe empresarial mais organizada, mais conectada e mais participativa.

Empresários que entendam que seu papel vai além da sua empresa.

Que compreendam que prosperidade individual precisa caminhar junto com desenvolvimento coletivo.


E talvez o primeiro passo seja simples:

participar mais.

Participar das associações.

Participar das entidades.

Participar das decisões.


Porque quando o empresário reconhece sua própria força e decide agir coletivamente, ele deixa de ser apenas alguém que empreende.


Ele se torna parte ativa da construção do futuro do país.


Parabéns à nova diretoria


Parabenizamos Paulo Cavalcanti pela eleição à presidência da FACEB, bem como toda a chapa eleita, desejando uma gestão marcada pelo fortalecimento do associativismo, pelo diálogo e pela construção de um ambiente cada vez mais favorável ao empreendedorismo na Bahia.

Que esse momento inspire cada vez mais empresários a se unir, participar e assumir o protagonismo que o desenvolvimento do Brasil exige.


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Kleison Melo

Kleison Melo

Mentor de Empresários

Empresário vida real | Fundador da LS Joias | Construção civil | Mentor e palestrante | Sócio MLS | Host do Podcast Visão Empreendedora

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