A iniciativa reúne entidades representativas e lideranças empresariais em torno de uma agenda construída coletivamente, com 14 pautas consideradas estratégicas para o desenvolvimento de Feira e de sua região de influência.
Durante o encontro, que também contou com a presença do prefeito José Ronaldo e dos candidatos ao Senado Angelo Coronel e João Roma, ACM Neto recebeu o documento e foi convidado a indicar quais propostas já integram seu plano de governo, quais poderão ser incorporadas e de que forma pretende viabilizá-las em um eventual mandato.

Entre as prioridades apresentadas estão a criação da Universidade Federal Portal do Sertão; o fortalecimento da infraestrutura aeroportuária; uma política permanente de desenvolvimento industrial, com a requalificação dos polos CIS Tomba e CIS BR-324 e apoio à implantação do CIS Norte; um novo centro logístico e uma nova CEASA; e a implantação de um Centro Logístico Intermodal.
A agenda também inclui a transferência para o município do Parque Estadual de Exposições Agropecuárias, medidas de enfrentamento aos impactos das apostas on-line, fortalecimento do comércio varejista e da segurança pública, além da duplicação e modernização de rodovias federais e estaduais estratégicas. Completam a pauta a ampliação da parceria com o Sistema S para formação profissional e tecnológica e a criação de um programa estruturante de interiorização do desenvolvimento da Bahia, tendo Feira de Santana como sede estratégica de articulação.

A Carta-Compromisso parte do reconhecimento da dimensão econômica e regional de Feira de Santana, que possui mais de 660 mil habitantes, PIB superior a R$ 21 bilhões e exerce influência sobre mais de 80 municípios, alcançando uma população de aproximadamente 2,4 milhões de pessoas.
Para as entidades, o objetivo é estabelecer um diálogo institucional e apartidário com os principais candidatos ao Governo do Estado, colocando as demandas de Feira de Santana no centro da discussão sobre o futuro da Bahia. A proposta é que os compromissos apresentados sejam acompanhados e cobrados ao longo do próximo mandato, independentemente de quem vencer as eleições.



