Salvador, BA terça-feira, 23 de junho de 2026

Pedro Américo destaca avanço para empreendedores após sanção de lei que regulamenta coworkings em Feira de Santana

Nathalia Grimaldi

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Pedro Américo destaca avanço para empreendedores após sanção de lei que regulamenta coworkings em Feira de Santana
Pedro Américo destaca avanço para empreendedores após sanção de lei que regulamenta coworkings em Feira de Santana

O prefeito José Ronaldo (União Brasil) sancionou, nesta semana, a Lei nº 012/2026, que estabelece diretrizes para o funcionamento de escritórios virtuais e espaços de coworking em Feira de Santana. A medida regulamenta a utilização de endereço fiscal compartilhado, define critérios para emissão de alvarás e reconhece oficialmente esses modelos de atuação no município.


A proposta acompanha uma tendência de crescimento dos espaços compartilhados de trabalho, utilizados por profissionais autônomos, pequenas empresas, startups e prestadores de serviços que buscam reduzir custos operacionais sem abrir mão da regularização das atividades.


Durante a discussão do projeto na Câmara Municipal, o vereador Pedro Américo ressaltou que a iniciativa representa um importante incentivo para quem deseja empreender na cidade, mas enfrenta dificuldades para manter uma estrutura física própria.


Segundo o parlamentar, despesas com aluguel, energia elétrica, água e outras exigências necessárias para obtenção de alvará acabam dificultando a abertura e manutenção de empresas, especialmente para profissionais que não necessitam de um escritório exclusivo para exercer suas atividades.


“É um projeto construído para reconhecer que Feira de Santana é uma cidade que gera renda, gera emprego e oferece oportunidades para centenas de famílias que produzem e movimentam a economia local”, afirmou.


A nova legislação permite que escritórios virtuais ofereçam serviços como recebimento de correspondências, apoio administrativo, secretariado e cessão de endereço fiscal para empresas e profissionais. Já os coworkings passam a ser reconhecidos formalmente como espaços compartilhados de trabalho coletivo.


Para Pedro Américo, a regulamentação cria alternativas para profissionais liberais e pequenos empreendedores que precisam de um endereço empresarial regularizado, contribuindo para ampliar o ambiente de negócios e acompanhar as transformações das relações de trabalho nos últimos anos.

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